Linfoma não Hodgkin afeta Luiz Fernando Pezão

não hodgkin
Governador do Rio de Janeiro tira licença para tratar linfoma não Hodgkin. Segundo médico, tipo de câncer diagnosticado no tecido ósseo é incomum e agressivo, mas potencialmente curável.

Linfoma é o termo usado para designar os tumores cancerígenos no sistema linfático, formado por vasos finos e gânglios (linfonodos) que atuam na defesa do organismo levando nutrientes e água às células e retirando resíduos e bactérias. Existem duas categorias: o linfoma de Hodgkin e o linfoma não Hodgkin.

O linfoma de Hodgkin é mais raro e atinge na maioria jovens e pessoas de meia idade. Já o não Hodgkin, como o que afetou Pezão, Dilma e Gianecchini, responde por 90% dos casos e atinge principalmente pessoas com mais de 55 anos.

Os linfomas são classificados em quatro estágios. No estágio 1, observa-se envolvimento de apenas um grupo de linfonodos. Já no estágio 4, há envolvimento disseminado dos linfonodos. Os linfomas não Hodgkin são, na verdade, um grupo de cânceres correspondente a mais de 20 doenças. A maioria (85%) atinge os linfócitos B e menos de 15% são de células T, como o de Pezão.

Já falamos, aqui no blog sobre os linfomas no artigo Cancer Linfático, Hodgkin e Não Hodgkin : "... A imunidade inata (que é própria pelo nascimento) é a primeira linha de defesa do organismo contra agentes invasores (agentes patogênicos). Nas últimas décadas aumentaram os conhecimentos sobre os componentes celulares e sua fisiologia na defesa do corpo humano, mas, ainda sim, quando o sistema falha, pouco se conhece quando ocorre a inflamação (multiplicação dos ataques infecciosos) ao sistema de defesa do organismo..." 



Postar um comentário

0 Comentários