Câncer e transplantes

O número de transplantes no país vinha crescendo até 2013. Mas no começo de 2014, houve uma queda preocupante de 5% na taxa de doadores com órgãos transplantados.  Com a recusa de familiares a autorizar a doação de pacientes com morte cerebral, a questão é a seguinte: paciente que tiveram histórico de câncer podem ser doadores?

Segundo um relatório do Ministério da Saúde do Reino Unido, sim, podem. Doadores de órgãos de pacientes com alguns tipos de câncer poderiam ser usado com segurança para o transplante.  

Embora a doação de órgãos tem aumentado nos últimos anos, ele não coincide com a crescente demanda por transplantes. Essa demanda resultou em médicos que aceitam corações, pulmões, rins e outros órgãos de pacientes com câncer, que em alguns raros casos  transmitiu a doença para o destinatário.

O Comitê Consultivo para a Segurança do Sangue, Tecidos e Orgãos (SaBTO, sigla em inglês) revisou evidências, incluindo os resultados de transplantes no Reino Unido de órgãos de doadores que tiveram câncer ou uma história de câncer. Eles elaboraram uma série de recomendações, e categorizados um número de cancros de acordo com seu risco de transmissão para o destinatário de um transplante de órgão.

Conclusões e recomendações do SaBTO vai ajudar cirurgiões de transplantes para decidir se o transplante de um órgão especial seria no melhor interesse de seus pacientes. Ele pode permitir que cirurgiões e pacientes a usar com confiança alguns órgãos que poderiam hesitar em aceitar.

Fontes: MS/UK e The Lancet
 

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