Câncer de Pulmão e a Saúde Emocional

Insegurança, medo, tristeza. O câncer traz consigo, além de inúmeros desafios ao corpo, impactos emocionais que devem ser administrados pelo paciente. A fragilidade é absolutamente normal, e tende a ser minimizada conforme o paciente tem consciência de todas as etapas que vem pela frente. No entanto, é fundamental que a pessoa em tratamento esteja atenta a si mesma, em alerta, para que a dor e a tristeza não se tornem uma constante em sua vida e, possivelmente, ocasionem uma depressão.

A psico-oncologista e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, reforça aos pacientes que não há necessidade de enfrentarem seus medos e dores sozinhos e que podem contar com ajudas especializadas como a de um psicólogo ou mesmo psiquiatra. 

Na entrevista para o Portal Oncoguia, Holtz fala sobre a importância do suporte psicológico, do tratamento multidisciplinar, da presença da família e amigos na passagem do paciente pela doença e que infelizmente ainda temos que caminhar muito para que todos os pacientes brasileiros sejam realmente atendidos e cuidados de forma integral e por uma equipe que trabalha de forma interdisciplinar. "As pequenas e grandes decisões de um tratamento deveriam ser sempre tomadas em conjunto: médico, equipe e paciente”.

A entrevista você lê por este link

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2 Comentários

  1. Sem dúvida, este negócio de emoção está muito ligado ao aparecimento do câncer ....

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    1. Amigo Joselito,

      Câncer é uma doença que começa por uma desordem na multiplicação celular, e quem sabe, as desordens da emoção não tem lá sua parcela de contribuição??

      Abraço e obrigado pelo comentário

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