Avanços no tratamento da leucemia mielóide cronica


A leucemia, que atinge mais de 8 mil brasileiros por ano, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer, tem avanços no seu tratamento, principalmente na leucemia mielóide crónica (LMC), principalmente pelo desenvolvimento de fármacos que inibem a produção de células cancerosas e melhorar a expectativa de sobrevivência em pacientes. 

Isto foi afirmado pelo Dr. Eduardo Bullorsky, chefe do Departamento de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Britânico de Buenos Aires, que também observaram que os tratamentos estão sendo usados ​​hoje são inibidores da tirosina quinase como nilotinib.

Ele disse que a expectativa nos últimos 10 anos para pacientes com leucemia mielóide crônica, mudou dramaticamente.
 
Hoje pacientes em tratamento têm uma curva de boa vida, mas para que isso aconteça, precisamos de uma boa adesão ao tratamento é o que leva a melhores resultados nesta doença.
 
A doença não tem sintomas nas suas fases iniciais, mas em estágios avançados da acumulação de células malignas aumenta o tamanho do baço, causando a dor do paciente no lado esquerdo do abdomen, fadiga, perda de apetite, febre e suores noturnos.
 
O diagnóstico é feito por meio de uma mostra de sangue comuns de teste onde o aumento de leucócitos. Mais tarde uma biópsia da medula óssea para determinar o grau da doença. 

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1 Comentários

  1. Geraldo,

    Agradeço suas informações. Que os atuais portadores desta doença consigam supera-la. A pessoa que eu tinha tanto carinho, partiu tem tantos anos, deixou a saudade.

    Beijos

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