Educação, lixo e politica

Voltamos para falar do lixo, da educação e da política, tudo se encaixa como se você um, são coexistentes. Por que lixo é resto de consumo da sociedade, seja a atividade que for, educação é ter consciência que o lixo tem que ser tratado, separado e coletado em locais específico, não jogando no chão, nas estradas, terrenos baldios. É efetuando a separação para reciclagem e reaproveitamento que estaremos dando uma correta destinação para este grave problema ambiental.

Se você não acha importante, esta semana foi demonstrado que lixo mata e não é mera preocupação de ambientalistas, situação já denunciada várias vezes na imprensa. A diferença entre um aterro sanitário e um lixão clandestino foi a tragédia ocorrida em Niterói, onde um deles, desativado há mais de 20 anos, foi ocupado irregularmente, urbanizado pela prefeitura (instalando lá água e luz), o resultado está ai, centenas de desaparecidos no meio da lama e do lixo. 

Engenheiros sanitaristas já tinham alertado que aquele local era impróprio para as moradias, mas nenhuma ação ou politica de reacomodação das pessoas foi efetivado pelos politicos locais. Talvez isto não os qualificaria para conseguir o apoio e voto daquela população, hoje chorando os mortos e desaparecidos. 

Enquanto isto em um bairro de Tóquio recicla quase 100% do lixo é algo meio futurista. O que está dentro das nossas possibilidades é tratar melhor o lixo. O lixo não tratado mata. Lixo separado, bem tratado, vira energia e matéria-prima. Isso o Brasil pode fazer.

Mas somente se  uma lei de resíduos sólidos no Congresso  que há 19 anos "dorme"  nas gavetas for aprovada, essa lei estabelece formas de tratar o lixo.

Vejam o vídeo do programa Bom Dia Brasil sobre o bairro de Tóquio que recicla quase 100% do seu lixo, contando inclusive com o testemunho de um brasileiro lá residente.

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