Qualidade: a escolha ideal

Ontem estava vendo o programa Fantástico, duas matérias chamaram-me muito a atenção pela falta de percepção das empresas envolvidas nas reportagens. Uma falava sobre irregularidades em restaurantes, confiram trecho:

"Os fiscais municipais de Salvador, Bahia, buscam, na cozinha, o que os olhos dos clientes não alcançam. “Estamos vendo baratas alojadas no meio das facas junto com os alimentos pré-preparados”.

“A higiene, de uma forma geral, não é feita há muito tempo. Tem gordura em todos os cantos”

Alimentos perecíveis, bem longe da geladeira. “Em momento nenhum maionese pode ficar fora, assim como manteiga próximo”.

Falta total de cuidado com o produto que vendem no caso, alimentos. Tema sensivel demais para o brasileiro , já que muitas vezes as refeições são feitas todas fora de casa. A propaganda negativa neste casos será fatal para quem está no ramo. Há alguns anos atrás, uma pastelaria no centro de Porto Alegre foi autuada pela Vigilância Sanitária do município por criar ratos em sua cozinha, estes animais serviriam a posterior para virar recheio dos pastéis. Não é necessário dizer que esta pastelaria fechou e seu proprietário ficou com a imagem de o "pasteleiro dos ratos". Total falta de qualidade na apresentação dos produtos acaba também por comprometer a imagem da empresa.

Na outra reportagem do Fantástico,  no quadro Reunião de Condomínio, confira o trecho :

“As construtoras, para um empreendimento de médio padrão, acontece de tentar economizar o máximo, em todas as áreas. O isolamento acústico é o que mais sofre. O morador só vê isso, só percebe isso quando está morando”, diz o arquiteto Fábio da Silva.

A dica? Antes de comprar um apartamento, pergunte ao corretor se o prédio tem proteção acústica, e não acredite só na conversa. Exija tudo por escrito."


Mais um caso de falta de qualidade, se para vender e tornar o preço competitivo no mercado de imóveis é preciso baixar o nível da construção muito bom que isto fique as claras, divulgado e não escondido quando da venda das unidades.

Pensando bem, temos ou não o direito de consumir produtos com qualidade? Isto deveria ser uma lógica de mercado, divulgando antes de mais nada, a qualidade, se o preço for bom, melhor ainda. Agora vender gato por lebre (ou rato por gado) é uma total falta de respeito, está  mais que na hora de exigirmos os nossos direitos de consumir produtos de qualidade a preços competitivos (dá sim, isto é possivel)





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1 Comentários

  1. Isto que podemos chamar de "tiro no pé", ou simplesmente de paradoxo mercadologico.

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