Errar nem sempre e humano

Errar nem sempre é humano: veja os 5 erros mais comuns de etiqueta profissional

Por Karin Sato - InfoMoney

Não se vestir adequadamente para cada ocasião; não saber como dar um cartão de visitas; cumprimentar as pessoas de forma equivocada - por exemplo, dar um "tapinha nas costas" do diretor da empresa; usar incorretamente celular, e-mail e telefone; e utilizar palavras incorretas (cometer erros de português ou se utilizar de vícios de linguagem) são os cinco erros mais comuns cometidos pelos profissionais, de acordo com a consultora de etiqueta Ligia Marques.

Para ela, errar é humano, mas, hoje em dia, só não acerta quem não quer, literalmente.

"Atualmente, mais do que nunca, as informações estão muito disponíveis a quem quer que se interesse por elas. Errar em atitudes básicas e simples de se aprender, como as que mencionei, é perfeitamente fácil de evitar, se o profissional perceber que são os pequenos detalhes como esses que realmente fazem a diferença, e que as empresas estão à procura de profissionais com este tipo de conhecimento", explica.

Errar nem sempre é humano

Questionada sobre as consequências da falta de etiqueta no ambiente corporativo, ela responde que "os problemas são muitos, dependendo de onde se erra".

O importante, para Ligia, é o profissional perceber que atitudes e comportamentos errados comprometem não só a si próprio como também a imagem da empresa para a qual trabalha. "Hoje se sabe que 85% das chances de um profissional ter sucesso residem em sua capacidade de relacionamento pessoal, o que, em última análise, se refere à etiqueta no trabalho".

Ela finaliza que ter bom senso e disciplina no dia-a-dia é essencial. "Não dá para dar tapinha nas costas de seu possível chefe ou potencial cliente no primeiro encontro. Nessas situações, a formalidade surge como única e ideal opção".


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2 Comentários

  1. a vantagem de voce trabalhar na area artistica que tudo é perdoado/ voce se veste como quer/ age como achar correto desde que nao imcomode o proximo/ diretor e chefe sao mais loucos que os artistas...tudo tem algumas vantagens...nao preciso me preocupar mais com o que os outros acham de mim.

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  2. Etiqueta é muito mais um elemento ideológico do que de utilidade. Geralmente, os professores de "etiqueta" atribuem a elegância ao modo de se portar do rico, do europeu. O uso de terno, por exemplo, por si só, é um descalabro considerando o país tropical que nós vivemos. São modelos reproduzidos por nós pela certeza de que o professor de etiqueta tem algum conhecimento. Na verdade, trata-se de uma questão de imposição de um modelo de comportamento hegemônico criado a base de questões politicas e econômicas.

    Claro que existem questões universais, que ultrapassam a questão ideológica. O respeito,por exemplo, é um atributo universal e que não pode ser ensinado pelo professor de etiqueta. A questão do toque, do tapinha nas costas, já entra na esfera cultural. Na mistura de povos ocorrida no Brasil, existem aqueles que se tocam com mais frequência (como os descententes de italianos, por exemplo) e os que evitam ao máximo isso (os orientais). São questões culturais que precisam ser respeitadas e observadas para não sermos protagonistas de atitudes desastradas.


    Um abraço.

    www.opatifundio.com

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