Aquecimento ameaça 18% da produtividade rural no Brasil, diz Bird

O Brasil vai perder 18% da sua produtividade agrícola até 2050 em conseqüência do aquecimento global, de acordo com um relatório do Banco Mundial (Bird) divulgado nesta quarta-feira na reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Poznan, na Polônia. 
No estudo entitulado “Baixas Emissões de Carbono, Alto Crescimento”, os pesquisadores listam os efeitos do aquecimento global sobre os países da América Latina e do Caribe e apresentam recomendações para reduzir os impactos negativos. 

A queda de 18% na produtividade, prevista pelo modelo de computação usado pelos economistas, poderia aumentar a pobreza nas zonas rurais brasileiras entre 2% e 3,2%, dependendo da possibilidade de migração das famílias afetadas. 

Pelo lado positivo, o Banco Mundial também destaca que, caso invista em mudanças, “a região pode liderar os países de renda média na redução das emissões de carbono causadas pelo desmatamento, no desenvolvimento de energia hidrelétrica, na ampliação da eficiência energética e na reforma do transporte urbano”. 

“Essa abordagem poderia apoiar simultaneamente a recuperação econômica e estimular o crescimento nas áreas que atenuam o impacto das mudanças climáticas”, afirmou Pamela Cox, vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe. 

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