Maior pesquisa sobre sexo revela: Brasileiro está satisfeito na cama

Confesso que sou cético em relação a estas pesquisas, a pesquisa do Mosaico Brasil com 8.237 homens e mulheres de 10 capitais brasileiras, é altamente reveladora, será?
 
Estamos todos abertos para discutir sobre as nossas questões afetivo-sexuais?

Confesso que eu não estou, mas mesmo assim a pesquisa coloca algumas questões interessantes:

Segundo dados da pesquisa, atualmente as conversas sobre sexo com a família são mais abertas e freqüentes para 57,9% dos homens e 60,6% das mulheres participantes do estudo. Homens de Curitiba (66,1%) e mulheres de Manaus (68,1%) são os que mais debatem o assunto em família.

É opinião quase unânime dos entrevistados do Mosaico Brasil - mais de 95% das mulheres e dos homens -, que o sexo é importante ou muito importante para a harmonia do casal. E mais da metade dos brasileiros faz distinção entre vida afetiva e vida sexual, exceto as mulheres de Curitiba - 43,4%. Os homens de Fortaleza - 65,9% e as mulheres de Manaus - 60,4%, se destacam nessa distinção.

Cerca de 45% dos brasileiros estão realizados tanto na vida sexual como na afetiva. Ao avaliar sexo e afeto separadamente, quase 30% de homens e mulheres disseram estar realizados só afetivamente. Contudo, quanto à realização exclusivamente na cama, a diferença de opiniões entre homens e mulheres é expressiva: quase o dobro dos homens (15,8%) versus 8,7% das mulheres estão realizados no sexo. Regionalmente, os índices mais baixos quanto à realização sexual foram encontrados entre os homens de Manaus (10,7%) e as mulheres de Curitiba (7,1%); os mais realizados sexualmente são os homens de Porto Alegre (18,4%) e as mulheres de Fortaleza (10,7%).

Porém, quando os entrevistados foram perguntados sobre a qualidade geral da vida sexual, os brasileiros estão satisfeitos: 79,5% dos homens e 76,4% das mulheres classificam sua vida sexual como boa ou excelente. Os cuiabanos (86,3%) e as manauenses (84,2%) estão à frente na satisfação sexual. Homens e mulheres de São Paul o apresentaram os índices mais baixos nesse quesito: 25,4% e 29,1%, respectivamente, classificaram a satisfação com a vida sexual entre regular e péssima.

Quando questionados sobre o receio de decepcionar o parceiro na relação sexual, as paulistanas e os fortalezenses são os mais confiantes: 45,3% delas e 57,1% deles não têm medo de decepcionar na hora do sexo. Nesse aspecto, os entrevistados de outras cidades ressentem-se mais: 72,6% dos homens de Brasília e 66,7% das mulheres de Belo Horizonte declararam ter medo de decepcionar o parceiro.

Quando o assunto é qualidade de vida, as opiniões são bem divergentes entre as cidades e, especialmente, entre os gêneros. Nessa questão, foram incluídos 10 itens - alimentação saudável, tempo de convivência com a família, qualidade do sono, trabalhar no que gosta, atividade sexual, prevenção de doenças e cuidados com a saúde, convivência social, prática regular de exercícios, ter tempo para atividades culturais e hobbies e tirar férias regularmente.

Nesse ranking, os homens acreditam que a atividade sexual só é menos importante do que ter uma alimentação saudável e o tempo de convivência com a família. Para média das brasileiras, o sexo cai para o 8º lugar, perdendo para alimentação saudável, tempo de convivência com a família, qualidade do sono, prevenção de doenças e cuidados com a saúde, trabalhar no que gosta, ter tempo para atividades culturais e hobbies e convivência social.

Ainda nesse ranking, sexo é uma das prioridades para os homens do Rio de Janeiro e as mulheres de São Paulo: 2ª posição para os cariocas e 3ª posição para as paulistanas. Já para as mulheres de Manaus e Cuiabá, o s exo aparece em último lugar. Os homens dessas cidades também consideram outros itens mais importantes na qualidade de vida, deixando o sexo na 5ª posição.

O Mosaico Brasil também questionou os participantes se, para os homens, a satisfação sexual depende da capacidade do homem de não falhar. Eles (63,5%) e elas (78,1%) concordaram. As opiniões mais divergentes entre as cidades são encontradas entre os homens de Brasília e as mulheres de Salvador - 58,3% deles discordam e 81,6% delas concordam com a afirmação.

Contrastante também é a opinião dos brasileiros quanto à possibilidade de fazer sexo com alguém com quem não estejam afetivamente envolvidos: 75,8% dos homens afirmaram que fariam sexo sem envolvimento, contra apenas 43,1% das mulheres. Chama a atenção o alto índice dos cariocas - 82,7% deles fariam sexo sem envolvimento com a parceira. As m ulheres mais reservadas são as mineiras - somente 30,9% fariam sexo sem envolvimento.

Pela pesquisa, entre sentir vontade de ter uma relação sexual e abordar o parceiro, 67,6% dos homens e 56,3% das mulheres precisam de até 30 minutos. Entre as mulheres de Porto Alegre, esse índice sobe para 61,2%. Entre os homens, os brasilienses se destacam - 73,4% precisam de até 30 minutos para abordar a parceira.

A aparência da parceira é um fator importante para o estímulo sexual para 88,9% dos homens entrevistados e para 72,3% das mulheres. Para 65% dos participantes, a preocupação da mulher com sua aparência física é comparável à do homem com a ereção. Os índices caem entre as mulheres de Fortaleza (55,4%) e os homens de Manaus (58,2%); e sobem entre os homens de Curitiba (69,1%) e as mulheres do Distrito Federal (68,9%).

Na média nacional, 42,9% dos homens p erceberam uma piora na qualidade de ereção com o passar dos anos. Os paulistanos foram os que mais referiram essa piora (47,4%), enquanto os cuiabanos referiram o menor índice (35,9%).

As gaúchas se destacam quanto a conseguir atingir o orgasmo na relação sexual: 83,6% delas declararam ter orgasmo, enquanto a média nacional é 76,5%. Cerca de 25% das cuiabanas raramente conseguem atingir o clímax, contra 19,4% da média das que responderam ser raro conseguir ter orgasmo.

A freqüência semanal com que homens e mulheres fazem sexo é semelhante nas 10 cidades brasileiras. Homens disseram ter cerca de três relações por semana, em média, enquanto as mulheres responderam ter duas, em média. Mas se dependesse só da vontade deles ou delas, a média semanal dobraria: seis vezes para os homens e quatro para as mulheres. Em um mesmo encontro acontecem, em média, duas re lações sexuais, com a segunda ocorrendo em até uma hora depois da primeira para cerca de 75% dos brasileiros e brasileiras.



Quem participou da pesquisa

O Mosaico Brasil entrevistou 4.206 homens e 4.031 mulheres de 10 capitais brasileiras: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Manaus, Salvador, Fortaleza, São Paulo, todos acima de 18 anos. A faixa etária entre 18 e 50 anos agrupou 83,4% dos homens e 86,2% das mulheres. A pesquisa é nacional e mapeou, ao longo deste ano, o comportamento afetivo-sexual do brasileiro.

A maioria dos homens (74,8%) e das mulheres (70,3%) pesquisados tem um relacionamento estável atualmente. Quanto à orientação sexual, 89,6% dos homens e 93,7% das mulheres declararam-se heterossexuais. Os homens homossexuais brasileiros somaram 7,8% e as mulheres, 4,9%. Declararam-se bissexuais 2,6% dos homens e 1,4% das mulheres.

Sexo: Mais de 80% das gaúchas têm orgasmos freqüentes. Sexo está em oitavo lugar entre indicadores de qualidade de vida para gaúchas
Uma pesquisa sobre o comportamento sexual de brasileiros em 10 capitais, divulgada nesta terça-feira constatou que o sexo aparece na oitava posição entre os indicadores de qualidade de vida para as gaúchas. Ele é antecedido por alimentação saudável, convivência com a família, qualidade do sono, convivência social, exercer um hobby, cuidados com a saúde e trabalhar no que gosta.

Por outro lado, os homens de Porto Alegre acreditam que alimentação saudável, convivência social, atividade sexual satisfatória e tempo de convivência com a família, nessa ordem, são os principais indicadores de uma vida com qualidade. Faça o teste: Que experiência sexual você tem?

Conforme a Mosaico Brasil, 83,6% das mulheres entrevistadas na capital gaúcha têm orgasmos freqüentes, ante 62,5% das mulheres de Curitiba. Entre os ho mens pesquisados, 38,7% dos gaúchos afirmaram perceber uma piora no seu rendimento sexual, com número similar em Curitiba (38,2%). A média de idade para a iniciação sexual ficou em 17,9 para as mulheres e 16 para os homens gaúchos.

Segundo Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, se fossem computados os dados de jovens com menos de 18 anos, a média cairia para 14 ou 15 anos para os homens e 16 anos para as mulheres, aproximadamente. Mais de 96% dos curitibanos e gaúchos concordam que sexo é importante para a harmonia do casal. Cerca de 80% deles classificam sua vida sexual como boa ou excelente, com uma média de duas a três relações por semana e praticamente 90% dos curitibanos e gaúchos de ambos os sexos consideram o desempenho sexual uma preocupação freqüente.

Função erétil

Entre os homens entrevistados, 47,5% dos gaúchos e 50,3% dos curitibanos afirmaram ter capacidade de sempre manter o pênis ereto durante as relações sexuais, e 44,5% dos gaúchos e 44,2% dos curitibanos afirmaram manter a ereção na maioria das vezes. Apenas às vezes, são 6,7% dos homens de Porto Alegre e 5% dos de Curitiba. Somente 1,3% dos gaúchos e 0,3% dos curitibanos afirmaram "nunca sou capaz de manter o pênis ereto".

A pesquisa patrocinada pela Pfizer Brasil, fabricante do Viagra, foi feita com 1.643 voluntários, acima de 18 anos, 516 homens e 381 mulheres na cidade de Porto Alegre e 364 homens e 382 mulheres em Curitiba. A faixa etária entre 18 e 50 anos agrupou 87,7% dos homens e 91,3% das mulheres de Curitiba; e 83,9 dos homens e 81,0% das mulheres de Porto Alegre.

Universo da pesquisa

Os solteiros são maioria apenas entre os homens de Porto Alegre (45,7%). As gaúchas casadas compreendem 42,3% e as curitibanas casadas, 44,6%. Os homens curitibanos casados são 57,6%. Quanto a orientação sexual, na capital curitibana, 92,6% dos homens e 94,3% das mulheres são heterossexuais.

Na capital gaúcha, são heterossexuais 92,9% dos homens e 95,1% das mulheres. Os homens homossexuais de Curitiba representam 5,4% e as mulheres homossexuais, 4,3%, enquanto em Porto Alegre os homossexuais eram 5,8% dos homens entrevistados e 3,0% das mulheres.

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4 Comentários

  1. Francamente acho que nesse tipo de pesquisa os intreevistados mentem muito, sem contar que mesmo que o grupo entrevistado seja grande, os resultados podem fugir mjas da realizade que o previsto... os os números deixa uma ideia do que poderia ser a realizade...

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  2. Geraldo,

    É sempre interessante ver estatísticas,elas revelam tendências dominantes,mesmo que não sejam totalmente precisas.

    Acima de tudo a sexualidade é assunto importante na vida humana,o prazer dela reforça a felicidade de casal,e aumenta individualmente a confiança na existência.

    Foram curiosos os números da satisfação sexual,acho não há assim tantos tão satisfeitos,por exemplo nos orgasmos femininos com números provavelmente distorcidos da realidade,e também as erecções difíceis relevam essa insatisfação.
    Os divórcios comprovam que há algo que não está bem,e não é como parece nesta pesquisa...

    Abraço amigo,
    joao

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  3. Sei não...brasileiro gosta de querer levar vantagem, principalmente em se tratando de sexo...De qualquer forma, estou satisfeito...espero que todos estejam, até porque sexo é saúde!

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