Liderança exige equilíbrio, emoção e consciência


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A capacidade do ser humano de se relacionar com seus semelhantes sempre foi e continuará sendo alvo de muitos estudos. Essa realidade casa como uma luva com o cotidiano das organizações, afinal as empresas são formadas em toda a sua essência por pessoas e cada uma dessas, por sua vez, possui as mais diversas vivências, sendo detentoras de opiniões individuais, muitas vezes, enraizadas no inconsciente. Diante disso, surge uma pergunta sempre polêmica no meio organizacional: quem está apto para liderar mentes capazes de pensar por si próprias?

Ao contrário do que se concebia há mais de 20 anos, o líder não possui apenas responsabilidade de delegar ordens, de fiscalizar o que está ou não sendo feito. Hoje, o líder assume um papel totalmente diferenciado e passou a ser visto como alguém capaz de fazer com que os membros da sua equipe o sigam, na busca da conquista de objetivos convergentes. “Se alguém é capaz de inspirar, influenciar os outros para alcançar resultados, este alguém é líder”, afirma o consultor Robson Santarém, que lançou recentemente o livro (Auto)liderança – Uma Jornada Espiritual, Editora Senac Rio.

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2 Comentários

  1. Lider é arte!
    É exercício de diplomacia!
    Um abraço e um bom final de semana, meu amigo!

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  2. Um líder deve ser carismático, para dessa forma ser tratado como líder e não como alguém que detém o poder. Muitos têm o poder, mas poucos são líderes e tem autoridade sobre sua equipe.

    Um líder tem que saber administrar sua equipe, para que juntos alcancem os objetivos organizacionais.

    Abraços.

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